Salários em Vinhedo - SP
A média salarial em Vinhedo é de R$ 2.714, mas o valor do meio é R$ 2.133 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.133
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.714
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.220 · R$ 2.100
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,5 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,6h
- por semana
- Contratações
- 19.996
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- AdministradorR$ 3.500
- Auxiliar de lavanderiaR$ 2.121Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Auxiliar de pessoalR$ 2.500
- CopeiroR$ 1.804
- Fiscal de lojaR$ 2.269
- Motorista de ônibus rodoviárioR$ 3.200
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Alimentador de linha de produção+289
2553 contratados, 2264 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Trabalhador da manutenção de edificações+128
272 contratados, 144 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Embalador, a mão+100
619 contratados, 519 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Auxiliar de escritório+95
700 contratados, 605 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Repositor de mercadorias+53
431 contratados, 378 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Operador de caixa+47
500 contratados, 453 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Cozinheiro geral-153
259 contratados, 412 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Coletor de lixo domiciliar-59
223 contratados, 282 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Supervisor administrativo-58
35 contratados, 93 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
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Conferente de carga e descarga-52
173 contratados, 225 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Cobrador interno-52
71 contratados, 123 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
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Assistente administrativo-50
469 contratados, 519 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
19.996
Saídas
20.512
Diferença
−516
mais saídas que entradas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,2%R$ 1.857
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,5%R$ 1.769
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Até o 5º ano 0,5%R$ 1.943
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Do 6º ao 9º ano 8,5%R$ 1.717
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Fundamental completo 5,5%R$ 2.112
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Médio incompleto 8,4%R$ 1.965
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Médio completo 60%R$ 2.157
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Superior incompleto 3,8%R$ 2.500
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Superior completo 9,7%R$ 4.041
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Pós-graduação 1,2%R$ 6.500
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Indústria 28%R$ 2.500
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Comércio e oficinas 23%R$ 2.133
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Água e saneamento 11%R$ 1.687
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Transporte e entregas 7,5%R$ 2.120
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Serviços para empresas 5,0%R$ 2.064
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Hotéis, bares e restaurantes 4,6%R$ 2.021
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Construção 3,4%R$ 2.800
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Saúde e assistência social 3,3%R$ 2.067
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Escritórios técnicos e consultorias 3,1%R$ 2.245
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Cultura, esporte e lazer 2,6%R$ 1.894
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Educação 2,5%R$ 2.159
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Outros serviços 2,0%R$ 2.400
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Tecnologia e comunicação 1,6%R$ 2.500
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Administração pública 1,1%R$ 2.477
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Bancos e seguros 0,3%R$ 1.994
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Imobiliárias 0,2%R$ 1.949
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Agricultura e pecuária 0,2%R$ 2.500
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 4,7%R$ 1.665
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18-24 anos 27%R$ 2.078
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25-29 anos 16%R$ 2.200
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30-39 anos 24%R$ 2.265
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40-49 anos 18%R$ 2.303
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50-59 anos 7,7%R$ 2.219
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60 anos ou mais 2,2%R$ 2.083
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 55%R$ 2.220
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Mulheres 45%R$ 2.100
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 41%8395
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A pessoa pediu para sair 41%8324
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Acabou o contrato temporário 12%2555
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A empresa demitiu por justa causa 4,2%860
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Acordo entre as duas partes 1,2%247
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Motivo não informado 0,3%64
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Falecimento 0,3%55
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.