Salários em Aparecida de Goiânia - GO

A média salarial em Aparecida de Goiânia é de R$ 2.041, mas o valor do meio é R$ 1.743 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 1.743
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.041
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 1.822 · R$ 1.700
salário do meio de cada um
Idade média
32,2 anos
de quem foi contratado
Jornada média
42,7h
por semana
Contratações
87.355
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

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O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

87.355

Saídas

86.611

Diferença

+744

mais entradas que saídas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Sem escolaridade 0,4%
    R$ 1.632
  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,2%
    R$ 1.737
  • Até o 5º ano 1,1%
    R$ 1.800
  • Do 6º ao 9º ano 3,1%
    R$ 1.721
  • Fundamental completo 6,7%
    R$ 1.722
  • Médio incompleto 7,4%
    R$ 1.711
  • Médio completo 72%
    R$ 1.734
  • Superior incompleto 2,6%
    R$ 1.900
  • Superior completo 5,4%
    R$ 2.670
  • Pós-graduação 0,5%
    R$ 4.000
  • Mestrado 0,1%
    R$ 3.200

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Comércio e oficinas 25%
    R$ 1.702
  • Serviços para empresas 24%
    R$ 1.717
  • Indústria 14%
    R$ 1.822
  • Construção 13%
    R$ 2.251
  • Transporte e entregas 6,9%
    R$ 1.940
  • Hotéis, bares e restaurantes 4,4%
    R$ 1.636
  • Escritórios técnicos e consultorias 3,0%
    R$ 1.800
  • Saúde e assistência social 2,9%
    R$ 1.762
  • Educação 1,8%
    R$ 1.632
  • Água e saneamento 1,8%
    R$ 1.922
  • Outros serviços 1,1%
    R$ 1.621
  • Tecnologia e comunicação 0,8%
    R$ 1.769
  • Cultura, esporte e lazer 0,7%
    R$ 1.621
  • Bancos e seguros 0,3%
    R$ 1.785
  • Imobiliárias 0,1%
    R$ 1.700
  • Agricultura e pecuária 0,1%
    R$ 1.621

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 2,6%
    R$ 1.556
  • 18-24 anos 28%
    R$ 1.700
  • 25-29 anos 17%
    R$ 1.768
  • 30-39 anos 26%
    R$ 1.807
  • 40-49 anos 17%
    R$ 1.830
  • 50-59 anos 6,8%
    R$ 1.823
  • 60 anos ou mais 1,6%
    R$ 1.900

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 60%
    R$ 1.822
  • Mulheres 40%
    R$ 1.700

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A empresa demitiu (sem justa causa) 42%
    36240
  • A pessoa pediu para sair 39%
    33466
  • Acabou o contrato temporário 15%
    12711
  • A empresa demitiu por justa causa 3,6%
    3150
  • Acordo entre as duas partes 0,9%
    766
  • Falecimento 0,2%
    214
  • Motivo não informado 0,0%
    41

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

Perguntas frequentes

Qual profissão mais contrata em Aparecida de Goiânia?

Em Aparecida de Goiânia, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Faxineiro, com 1886 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 1.711 por mês.

Qual profissão paga mais em Aparecida de Goiânia?

Entre as profissões com mais contratações em Aparecida de Goiânia, Técnico em segurança do trabalho teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 3.160 por mês.

De onde vêm os dados de salário de Aparecida de Goiânia?

São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.

Qual a média salarial em Aparecida de Goiânia?

A média salarial de quem é contratado em Aparecida de Goiânia é de R$ 2.041 por mês. Mas o valor do meio é R$ 1.743: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.

Estudar mais aumenta o salário em Aparecida de Goiânia?

Em Aparecida de Goiânia, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 1.734. O nível que paga mais é pós-graduação, com cerca de R$ 4.000 — uma diferença de 131%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.

Que setor paga melhor em Aparecida de Goiânia?

Em Aparecida de Goiânia, o setor que mais contrata é comércio e oficinas (25% das contratações), com salário em torno de R$ 1.702. Já o setor que paga melhor é construção, com cerca de R$ 2.251 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.

Que profissões estão crescendo em Aparecida de Goiânia?

Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Aparecida de Goiânia entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Alimentador de linha de produção: 5210 contratações contra 4639 saídas — cresceu em 10 de 12 meses. Também cresceram: Servente de obras, Motorista de furgão ou veículo similar. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.

Por que abrem vagas em Aparecida de Goiânia?

Entre as pessoas que saíram de um emprego em Aparecida de Goiânia entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a empresa demitiu (sem justa causa) (42% dos casos), seguido de a pessoa pediu para sair (39%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.

Quantas pessoas são contratadas em Aparecida de Goiânia?

Em Aparecida de Goiânia entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 87.355 contratações e 86.611 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de +744. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.