Salários em Contagem - MG
A média salarial em Contagem é de R$ 2.172, mas o valor do meio é R$ 1.800 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.800
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.172
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.909 · R$ 1.720
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,7 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,5h
- por semana
- Contratações
- 140.291
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Auxiliar de logistica+1579
8790 contratados, 7211 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Alimentador de linha de produção+733
9182 contratados, 8449 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Repositor de mercadorias+547
3957 contratados, 3410 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Promotor de vendas+542
2643 contratados, 2101 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Servente de obras+379
2743 contratados, 2364 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Auxiliar geral de conservação de vias permanentes+348
774 contratados, 426 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Conferente de carga e descarga-359
991 contratados, 1350 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Cozinheiro geral-285
754 contratados, 1039 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Porteiro de edifícios-270
526 contratados, 796 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicas-253
511 contratados, 764 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Operador de empilhadeira-222
1017 contratados, 1239 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Inspetor de alunos de escola pública-207
1076 contratados, 1283 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
140.291
Saídas
137.142
Diferença
+3.149
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,2%R$ 1.739
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,4%R$ 1.837
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Até o 5º ano 0,9%R$ 1.800
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Do 6º ao 9º ano 3,2%R$ 1.763
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Fundamental completo 6,1%R$ 1.802
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Médio incompleto 9,9%R$ 1.681
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Médio completo 68%R$ 1.800
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Superior incompleto 3,2%R$ 2.021
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Superior completo 6,1%R$ 3.100
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Pós-graduação 0,8%R$ 4.900
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Mestrado 0,1%R$ 5.000
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Doutorado 0,0%R$ 3.342
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Comércio e oficinas 36%R$ 1.758
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Indústria 17%R$ 1.900
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Transporte e entregas 13%R$ 1.965
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Serviços para empresas 12%R$ 1.817
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Construção 5,7%R$ 2.000
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Hotéis, bares e restaurantes 3,9%R$ 1.697
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Outros serviços 3,4%R$ 1.662
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Saúde e assistência social 2,7%R$ 1.796
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Escritórios técnicos e consultorias 2,3%R$ 1.961
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Educação 1,6%R$ 1.796
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Tecnologia e comunicação 1,0%R$ 1.772
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Cultura, esporte e lazer 0,4%R$ 1.621
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Mineração 0,3%R$ 2.810
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Bancos e seguros 0,3%R$ 1.739
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Água e saneamento 0,3%R$ 1.940
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Imobiliárias 0,3%R$ 1.773
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Agricultura e pecuária 0,1%R$ 2.000
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 4,2%R$ 811
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18-24 anos 27%R$ 1.745
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25-29 anos 16%R$ 1.821
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30-39 anos 24%R$ 1.903
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40-49 anos 18%R$ 1.960
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50-59 anos 8,3%R$ 1.909
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60 anos ou mais 2,2%R$ 1.813
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 60%R$ 1.909
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Mulheres 40%R$ 1.720
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 45%62027
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A pessoa pediu para sair 33%45160
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Acabou o contrato temporário 16%21889
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A empresa demitiu por justa causa 4,5%6172
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Acordo entre as duas partes 1,0%1380
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Falecimento 0,2%318
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Motivo não informado 0,1%173
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 3. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.