Salários em Sertãozinho - SP
A média salarial em Sertãozinho é de R$ 2.552, mas o valor do meio é R$ 2.190 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.190
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.552
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.424 · R$ 1.997
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 33,9 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,9h
- por semana
- Contratações
- 28.626
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Auxiliar de corteR$ 2.053Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Gerente de loja e supermercadoR$ 3.769
- Preparador de sucata e aparasR$ 2.122
- Trabalhador da manutenção de edificaçõesR$ 2.025
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
-
Alimentador de linha de produção+206
2872 contratados, 2666 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
-
Servente de obras+91
1017 contratados, 926 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
-
Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicas+58
499 contratados, 441 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
-
Recepcionista+57
269 contratados, 212 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
-
Auxiliar geral de conservação de vias permanentes+51
144 contratados, 93 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
-
Faxineiro+43
694 contratados, 651 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
-
Soldador-265
1366 contratados, 1631 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
-
Caldeireiro-219
1154 contratados, 1373 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
-
Motorista de caminhão-192
2091 contratados, 2283 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
-
Tratorista agrícola-188
125 contratados, 313 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
-
Auxiliar de escritório-155
663 contratados, 818 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
-
Eletricista de instalações-86
257 contratados, 343 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
28.626
Saídas
30.884
Diferença
−2.258
mais saídas que entradas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
-
Sem escolaridade 0,6%R$ 1.978
-
Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,9%R$ 2.330
-
Até o 5º ano 1,0%R$ 2.298
-
Do 6º ao 9º ano 4,7%R$ 2.100
-
Fundamental completo 14%R$ 2.193
-
Médio incompleto 8,1%R$ 2.022
-
Médio completo 63%R$ 2.158
-
Superior incompleto 2,3%R$ 2.261
-
Superior completo 4,6%R$ 3.300
-
Pós-graduação 0,4%R$ 4.000
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
-
Indústria 37%R$ 2.306
-
Comércio e oficinas 20%R$ 2.099
-
Construção 16%R$ 2.665
-
Transporte e entregas 8,6%R$ 2.770
-
Serviços para empresas 6,0%R$ 1.837
-
Hotéis, bares e restaurantes 2,9%R$ 2.050
-
Saúde e assistência social 2,7%R$ 1.852
-
Escritórios técnicos e consultorias 2,0%R$ 2.200
-
Bancos e seguros 1,3%R$ 2.325
-
Educação 1,2%R$ 1.900
-
Agricultura e pecuária 0,8%R$ 2.638
-
Outros serviços 0,5%R$ 1.981
-
Cultura, esporte e lazer 0,4%R$ 1.650
-
Água e saneamento 0,4%R$ 2.000
-
Tecnologia e comunicação 0,2%R$ 1.800
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
-
14-17 anos 2,4%R$ 998
-
18-24 anos 24%R$ 2.036
-
25-29 anos 16%R$ 2.190
-
30-39 anos 26%R$ 2.300
-
40-49 anos 20%R$ 2.456
-
50-59 anos 8,8%R$ 2.496
-
60 anos ou mais 2,6%R$ 2.601
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
-
Homens 72%R$ 2.424
-
Mulheres 28%R$ 1.997
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
-
A empresa demitiu (sem justa causa) 49%15226
-
A pessoa pediu para sair 25%7783
-
Acabou o contrato temporário 22%6879
-
A empresa demitiu por justa causa 2,0%605
-
Acordo entre as duas partes 0,9%292
-
Falecimento 0,3%82
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.