Salários em Sertãozinho - SP

A média salarial em Sertãozinho é de R$ 2.552, mas o valor do meio é R$ 2.190 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 2.190
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.552
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 2.424 · R$ 1.997
salário do meio de cada um
Idade média
33,9 anos
de quem foi contratado
Jornada média
42,9h
por semana
Contratações
28.626
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões

O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

28.626

Saídas

30.884

Diferença

−2.258

mais saídas que entradas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Sem escolaridade 0,6%
    R$ 1.978
  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,9%
    R$ 2.330
  • Até o 5º ano 1,0%
    R$ 2.298
  • Do 6º ao 9º ano 4,7%
    R$ 2.100
  • Fundamental completo 14%
    R$ 2.193
  • Médio incompleto 8,1%
    R$ 2.022
  • Médio completo 63%
    R$ 2.158
  • Superior incompleto 2,3%
    R$ 2.261
  • Superior completo 4,6%
    R$ 3.300
  • Pós-graduação 0,4%
    R$ 4.000

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Indústria 37%
    R$ 2.306
  • Comércio e oficinas 20%
    R$ 2.099
  • Construção 16%
    R$ 2.665
  • Transporte e entregas 8,6%
    R$ 2.770
  • Serviços para empresas 6,0%
    R$ 1.837
  • Hotéis, bares e restaurantes 2,9%
    R$ 2.050
  • Saúde e assistência social 2,7%
    R$ 1.852
  • Escritórios técnicos e consultorias 2,0%
    R$ 2.200
  • Bancos e seguros 1,3%
    R$ 2.325
  • Educação 1,2%
    R$ 1.900
  • Agricultura e pecuária 0,8%
    R$ 2.638
  • Outros serviços 0,5%
    R$ 1.981
  • Cultura, esporte e lazer 0,4%
    R$ 1.650
  • Água e saneamento 0,4%
    R$ 2.000
  • Tecnologia e comunicação 0,2%
    R$ 1.800

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 2,4%
    R$ 998
  • 18-24 anos 24%
    R$ 2.036
  • 25-29 anos 16%
    R$ 2.190
  • 30-39 anos 26%
    R$ 2.300
  • 40-49 anos 20%
    R$ 2.456
  • 50-59 anos 8,8%
    R$ 2.496
  • 60 anos ou mais 2,6%
    R$ 2.601

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 72%
    R$ 2.424
  • Mulheres 28%
    R$ 1.997

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A empresa demitiu (sem justa causa) 49%
    15226
  • A pessoa pediu para sair 25%
    7783
  • Acabou o contrato temporário 22%
    6879
  • A empresa demitiu por justa causa 2,0%
    605
  • Acordo entre as duas partes 0,9%
    292
  • Falecimento 0,3%
    82

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.