Salários em Anápolis - GO

A média salarial em Anápolis é de R$ 2.065, mas o valor do meio é R$ 1.760 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 1.760
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.065
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 1.889 · R$ 1.696
salário do meio de cada um
Idade média
31,4 anos
de quem foi contratado
Jornada média
42,5h
por semana
Contratações
71.265
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões

O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

71.265

Saídas

67.929

Diferença

+3.336

mais entradas que saídas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Sem escolaridade 0,2%
    R$ 1.670
  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,0%
    R$ 1.712
  • Até o 5º ano 0,8%
    R$ 1.870
  • Do 6º ao 9º ano 2,6%
    R$ 1.772
  • Fundamental completo 3,8%
    R$ 1.733
  • Médio incompleto 6,8%
    R$ 1.670
  • Médio completo 72%
    R$ 1.741
  • Superior incompleto 3,7%
    R$ 1.800
  • Superior completo 8,0%
    R$ 2.587
  • Pós-graduação 0,8%
    R$ 3.726
  • Mestrado 0,1%
    R$ 2.423

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Indústria 27%
    R$ 1.940
  • Comércio e oficinas 22%
    R$ 1.690
  • Serviços para empresas 15%
    R$ 1.711
  • Construção 8,2%
    R$ 2.002
  • Transporte e entregas 6,8%
    R$ 1.854
  • Saúde e assistência social 5,8%
    R$ 1.685
  • Hotéis, bares e restaurantes 5,0%
    R$ 1.670
  • Escritórios técnicos e consultorias 2,4%
    R$ 1.800
  • Educação 2,3%
    R$ 1.632
  • Outros serviços 1,4%
    R$ 1.682
  • Tecnologia e comunicação 1,1%
    R$ 1.700
  • Água e saneamento 0,9%
    R$ 1.961
  • Cultura, esporte e lazer 0,8%
    R$ 1.621
  • Agricultura e pecuária 0,6%
    R$ 1.831
  • Bancos e seguros 0,5%
    R$ 2.000
  • Imobiliárias 0,3%
    R$ 1.841

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 2,8%
    R$ 1.550
  • 18-24 anos 31%
    R$ 1.700
  • 25-29 anos 18%
    R$ 1.800
  • 30-39 anos 25%
    R$ 1.862
  • 40-49 anos 16%
    R$ 1.865
  • 50-59 anos 6,5%
    R$ 1.813
  • 60 anos ou mais 1,2%
    R$ 1.814

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 56%
    R$ 1.889
  • Mulheres 44%
    R$ 1.696

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A empresa demitiu (sem justa causa) 43%
    29498
  • A pessoa pediu para sair 39%
    26772
  • Acabou o contrato temporário 13%
    8901
  • A empresa demitiu por justa causa 2,9%
    1953
  • Acordo entre as duas partes 0,9%
    592
  • Falecimento 0,2%
    158
  • Motivo não informado 0,1%
    50

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.