Salários em Colatina - ES
A média salarial em Colatina é de R$ 1.979, mas o valor do meio é R$ 1.721 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.721
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 1.979
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.784 · R$ 1.700
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 31,7 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42h
- por semana
- Contratações
- 18.120
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Faxineiro+81
624 contratados, 543 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Técnico de enfermagem+80
518 contratados, 438 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Auxiliar nos serviços de alimentação+68
467 contratados, 399 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Auxiliar de escritório+67
817 contratados, 750 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Carregador+62
314 contratados, 252 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Carregador+41
225 contratados, 184 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Motorista de caminhão-125
622 contratados, 747 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Eletricista de instalações-61
28 contratados, 89 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Costureiro, a máquina na confecção em série-56
141 contratados, 197 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Alimentador de linha de produção-49
845 contratados, 894 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Conferente de carga e descarga-45
45 contratados, 90 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Magarefe-39
28 contratados, 67 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
18.120
Saídas
18.576
Diferença
−456
mais saídas que entradas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,2%R$ 1.650
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,8%R$ 1.650
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Até o 5º ano 1,1%R$ 1.705
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Do 6º ao 9º ano 6,1%R$ 1.680
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Fundamental completo 5,5%R$ 1.705
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Médio incompleto 13%R$ 1.650
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Médio completo 61%R$ 1.727
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Superior incompleto 3,7%R$ 1.728
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Superior completo 6,9%R$ 2.675
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Pós-graduação 1,0%R$ 3.197
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Comércio e oficinas 36%R$ 1.650
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Indústria 17%R$ 1.727
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Saúde e assistência social 12%R$ 1.801
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Transporte e entregas 9,1%R$ 1.993
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Serviços para empresas 5,4%R$ 1.742
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Hotéis, bares e restaurantes 4,7%R$ 1.705
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Construção 3,7%R$ 2.083
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Escritórios técnicos e consultorias 2,7%R$ 1.783
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Educação 2,5%R$ 1.695
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Agricultura e pecuária 1,9%R$ 1.621
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Outros serviços 1,6%R$ 1.640
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Mineração 1,6%R$ 2.423
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Tecnologia e comunicação 0,5%R$ 1.744
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Cultura, esporte e lazer 0,5%R$ 1.621
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Bancos e seguros 0,4%R$ 2.384
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Imobiliárias 0,4%R$ 1.717
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Energia e gás 0,3%R$ 1.974
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 5,5%R$ 811
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18-24 anos 29%R$ 1.700
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25-29 anos 16%R$ 1.776
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30-39 anos 24%R$ 1.788
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40-49 anos 17%R$ 1.801
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50-59 anos 6,7%R$ 1.754
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60 anos ou mais 1,7%R$ 1.754
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 51%R$ 1.784
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Mulheres 49%R$ 1.700
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A pessoa pediu para sair 45%8291
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A empresa demitiu (sem justa causa) 39%7160
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Acabou o contrato temporário 13%2458
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A empresa demitiu por justa causa 2,1%383
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Acordo entre as duas partes 0,9%172
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Falecimento 0,4%71
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Motivo não informado 0,2%35
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.