Salários em Goiânia - GO

A média salarial em Goiânia é de R$ 2.072, mas o valor do meio é R$ 1.750 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 1.750
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.072
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 1.800 · R$ 1.703
salário do meio de cada um
Idade média
31,7 anos
de quem foi contratado
Jornada média
41,8h
por semana
Contratações
330.840
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

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O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

330.840

Saídas

327.053

Diferença

+3.787

mais entradas que saídas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Sem escolaridade 0,3%
    R$ 1.653
  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,4%
    R$ 1.811
  • Até o 5º ano 0,9%
    R$ 1.847
  • Do 6º ao 9º ano 3,2%
    R$ 1.670
  • Fundamental completo 5,1%
    R$ 1.711
  • Médio incompleto 7,3%
    R$ 1.621
  • Médio completo 68%
    R$ 1.731
  • Superior incompleto 4,2%
    R$ 1.915
  • Superior completo 7,9%
    R$ 2.678
  • Pós-graduação 1,2%
    R$ 4.248
  • Mestrado 0,2%
    R$ 3.593
  • Doutorado 0,1%
    R$ 3.429

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Comércio e oficinas 24%
    R$ 1.720
  • Serviços para empresas 19%
    R$ 1.711
  • Construção 12%
    R$ 2.193
  • Saúde e assistência social 7,1%
    R$ 1.800
  • Indústria 7,1%
    R$ 1.800
  • Hotéis, bares e restaurantes 6,9%
    R$ 1.636
  • Escritórios técnicos e consultorias 4,9%
    R$ 2.000
  • Transporte e entregas 4,4%
    R$ 1.802
  • Outros serviços 4,1%
    R$ 1.518
  • Educação 3,7%
    R$ 1.995
  • Tecnologia e comunicação 1,9%
    R$ 2.000
  • Água e saneamento 1,4%
    R$ 1.872
  • Bancos e seguros 1,2%
    R$ 2.305
  • Cultura, esporte e lazer 1,0%
    R$ 1.700
  • Imobiliárias 0,5%
    R$ 1.982
  • Agricultura e pecuária 0,2%
    R$ 2.100
  • Energia e gás 0,1%
    R$ 2.948
  • Administração pública 0,0%
    R$ 2.047
  • Serviços domésticos 0,0%
    R$ 1.640
  • Mineração 0,0%
    R$ 1.965

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 4,2%
    R$ 775
  • 18-24 anos 29%
    R$ 1.700
  • 25-29 anos 17%
    R$ 1.797
  • 30-39 anos 25%
    R$ 1.840
  • 40-49 anos 16%
    R$ 1.850
  • 50-59 anos 6,6%
    R$ 1.841
  • 60 anos ou mais 1,5%
    R$ 1.845

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 56%
    R$ 1.800
  • Mulheres 44%
    R$ 1.703

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A empresa demitiu (sem justa causa) 43%
    140406
  • A pessoa pediu para sair 39%
    128141
  • Acabou o contrato temporário 13%
    43886
  • A empresa demitiu por justa causa 2,7%
    8900
  • Acordo entre as duas partes 1,1%
    3609
  • Motivo não informado 0,3%
    981
  • Falecimento 0,3%
    836
  • Aposentadoria 0,1%
    242
  • Culpa das duas partes 0,0%
    52

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.