Salários em Sorocaba - SP

A média salarial em Sorocaba é de R$ 2.449, mas o valor do meio é R$ 2.107 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 2.107
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.449
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 2.190 · R$ 2.075
salário do meio de cada um
Idade média
32,4 anos
de quem foi contratado
Jornada média
42,2h
por semana
Contratações
143.265
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões

O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

143.265

Saídas

140.719

Diferença

+2.546

mais entradas que saídas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Sem escolaridade 0,4%
    R$ 2.107
  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,0%
    R$ 2.190
  • Até o 5º ano 0,5%
    R$ 2.107
  • Do 6º ao 9º ano 1,6%
    R$ 2.075
  • Fundamental completo 4,3%
    R$ 2.075
  • Médio incompleto 6,2%
    R$ 1.975
  • Médio completo 72%
    R$ 2.093
  • Superior incompleto 4,4%
    R$ 2.137
  • Superior completo 8,2%
    R$ 2.902
  • Pós-graduação 1,3%
    R$ 5.045
  • Mestrado 0,2%
    R$ 4.500
  • Doutorado 0,1%
    R$ 3.750

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Comércio e oficinas 26%
    R$ 2.075
  • Serviços para empresas 22%
    R$ 2.032
  • Indústria 15%
    R$ 2.364
  • Saúde e assistência social 8,2%
    R$ 1.938
  • Construção 7,8%
    R$ 2.665
  • Hotéis, bares e restaurantes 6,4%
    R$ 2.107
  • Educação 3,0%
    R$ 1.991
  • Escritórios técnicos e consultorias 2,8%
    R$ 2.143
  • Transporte e entregas 2,8%
    R$ 2.230
  • Outros serviços 2,0%
    R$ 2.000
  • Bancos e seguros 1,0%
    R$ 2.599
  • Tecnologia e comunicação 0,9%
    R$ 2.100
  • Cultura, esporte e lazer 0,6%
    R$ 1.749
  • Administração pública 0,5%
    R$ 1.902
  • Imobiliárias 0,3%
    R$ 2.100
  • Água e saneamento 0,1%
    R$ 2.253
  • Agricultura e pecuária 0,1%
    R$ 1.874
  • Mineração 0,0%
    R$ 3.223

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 2,9%
    R$ 1.621
  • 18-24 anos 29%
    R$ 2.075
  • 25-29 anos 16%
    R$ 2.125
  • 30-39 anos 25%
    R$ 2.190
  • 40-49 anos 18%
    R$ 2.190
  • 50-59 anos 7,6%
    R$ 2.107
  • 60 anos ou mais 1,7%
    R$ 2.075

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 52%
    R$ 2.190
  • Mulheres 48%
    R$ 2.075

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A pessoa pediu para sair 41%
    57654
  • A empresa demitiu (sem justa causa) 37%
    52205
  • Acabou o contrato temporário 18%
    25258
  • A empresa demitiu por justa causa 2,5%
    3511
  • Acordo entre as duas partes 1,1%
    1484
  • Falecimento 0,3%
    371
  • Motivo não informado 0,1%
    194
  • Aposentadoria 0,0%
    38

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.