Salários em Campo Grande - MS

A média salarial em Campo Grande é de R$ 2.052, mas o valor do meio é R$ 1.815 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 1.815
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.052
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 1.850 · R$ 1.748
salário do meio de cada um
Idade média
32,3 anos
de quem foi contratado
Jornada média
42,4h
por semana
Contratações
144.453
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

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O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

144.453

Saídas

143.049

Diferença

+1.404

mais entradas que saídas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Sem escolaridade 0,3%
    R$ 1.705
  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 2,8%
    R$ 1.767
  • Até o 5º ano 0,8%
    R$ 1.771
  • Do 6º ao 9º ano 3,9%
    R$ 1.787
  • Fundamental completo 6,4%
    R$ 1.802
  • Médio incompleto 8,7%
    R$ 1.670
  • Médio completo 63%
    R$ 1.800
  • Superior incompleto 4,8%
    R$ 1.900
  • Superior completo 7,8%
    R$ 2.500
  • Pós-graduação 1,1%
    R$ 4.000
  • Mestrado 0,2%
    R$ 3.532
  • Doutorado 0,1%
    R$ 4.397

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Comércio e oficinas 28%
    R$ 1.830
  • Serviços para empresas 14%
    R$ 1.665
  • Construção 11%
    R$ 2.170
  • Indústria 8,0%
    R$ 1.899
  • Hotéis, bares e restaurantes 6,7%
    R$ 1.691
  • Transporte e entregas 6,3%
    R$ 2.000
  • Saúde e assistência social 5,9%
    R$ 1.725
  • Escritórios técnicos e consultorias 5,3%
    R$ 1.917
  • Educação 4,5%
    R$ 1.723
  • Agricultura e pecuária 2,8%
    R$ 1.800
  • Outros serviços 2,3%
    R$ 1.775
  • Tecnologia e comunicação 1,7%
    R$ 1.837
  • Água e saneamento 1,2%
    R$ 1.689
  • Bancos e seguros 0,9%
    R$ 2.438
  • Cultura, esporte e lazer 0,6%
    R$ 1.621
  • Imobiliárias 0,4%
    R$ 1.844
  • Energia e gás 0,1%
    R$ 2.500
  • Mineração 0,0%
    R$ 1.800
  • Administração pública 0,0%
    R$ 3.444

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 3,6%
    R$ 1.070
  • 18-24 anos 27%
    R$ 1.775
  • 25-29 anos 17%
    R$ 1.830
  • 30-39 anos 26%
    R$ 1.850
  • 40-49 anos 17%
    R$ 1.861
  • 50-59 anos 7,3%
    R$ 1.831
  • 60 anos ou mais 1,9%
    R$ 1.820

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 57%
    R$ 1.850
  • Mulheres 43%
    R$ 1.748

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A pessoa pediu para sair 43%
    61570
  • A empresa demitiu (sem justa causa) 39%
    55480
  • Acabou o contrato temporário 13%
    19218
  • A empresa demitiu por justa causa 3,4%
    4910
  • Acordo entre as duas partes 0,9%
    1281
  • Falecimento 0,3%
    412
  • Motivo não informado 0,1%
    130
  • Aposentadoria 0,0%
    36

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.