Salários em São Caetano do Sul - SP
A média salarial em São Caetano do Sul é de R$ 2.318, mas o valor do meio é R$ 2.000 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.000
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.318
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.116 · R$ 1.912
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 33,9 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,1h
- por semana
- Contratações
- 66.785
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Agente de recrutamento e seleçãoR$ 3.592
- Atleta profissional de futebolR$ 1.621
- Auxiliar de enfermagemR$ 2.375
- Auxiliar de faturamentoR$ 3.000
- CozinhadorR$ 1.804
- Gerente de vendasR$ 3.200
- Operador de máquinas de construção civil e mineraçãoR$ 2.390
- Operador de máquinas operatrizesR$ 2.100Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Técnico mecânicoR$ 2.987
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Auxiliar de escritório+1049
3053 contratados, 2004 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Vigilante+1017
2776 contratados, 1759 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Faxineiro+331
5624 contratados, 5293 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Cozinheiro geral+282
1272 contratados, 990 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Auxiliar de logistica+247
1942 contratados, 1695 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Assistente administrativo+235
1788 contratados, 1553 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Vendedor em domicílio-1183
1900 contratados, 3083 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
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Montador de veículos-262
92 contratados, 354 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Caldeireiro-259
327 contratados, 586 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Supervisor de vendas de serviços-200
125 contratados, 325 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Supervisor de telemarketing e atendimento-143
39 contratados, 182 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
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Operador de empilhadeira-142
449 contratados, 591 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
66.785
Saídas
67.195
Diferença
−410
mais saídas que entradas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,2%R$ 1.923
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,0%R$ 1.837
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Até o 5º ano 0,7%R$ 1.837
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Do 6º ao 9º ano 3,0%R$ 1.837
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Fundamental completo 6,0%R$ 1.950
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Médio incompleto 6,0%R$ 1.837
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Médio completo 69%R$ 1.998
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Superior incompleto 4,3%R$ 2.118
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Superior completo 8,2%R$ 3.000
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Pós-graduação 1,0%R$ 4.300
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Mestrado 0,1%R$ 5.393
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Doutorado 0,0%R$ 7.847
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Serviços para empresas 43%R$ 1.912
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Comércio e oficinas 15%R$ 2.118
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Construção 9,9%R$ 2.514
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Hotéis, bares e restaurantes 7,5%R$ 1.940
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Escritórios técnicos e consultorias 7,0%R$ 1.717
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Indústria 5,3%R$ 2.300
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Saúde e assistência social 3,9%R$ 2.221
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Tecnologia e comunicação 3,2%R$ 2.001
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Educação 2,0%R$ 2.358
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Transporte e entregas 1,5%R$ 2.191
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Outros serviços 0,8%R$ 2.133
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Bancos e seguros 0,6%R$ 2.062
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Cultura, esporte e lazer 0,6%R$ 1.725
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Administração pública 0,4%R$ 1.670
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Imobiliárias 0,3%R$ 2.070
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 1,9%R$ 1.510
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18-24 anos 26%R$ 1.924
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25-29 anos 15%R$ 2.021
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30-39 anos 25%R$ 2.038
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40-49 anos 20%R$ 2.090
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50-59 anos 9,8%R$ 2.009
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60 anos ou mais 2,3%R$ 1.933
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 50%R$ 2.116
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Mulheres 50%R$ 1.912
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A pessoa pediu para sair 39%26519
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A empresa demitiu (sem justa causa) 39%25907
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Acabou o contrato temporário 12%8079
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A empresa demitiu por justa causa 6,9%4604
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Aposentadoria 2,0%1330
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Acordo entre as duas partes 0,6%417
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Falecimento 0,3%227
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Motivo não informado 0,2%108
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.