Salários em Olinda - PE

A média salarial em Olinda é de R$ 2.189, mas o valor do meio é R$ 1.693 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 1.693
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.189
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 1.717 · R$ 1.639
salário do meio de cada um
Idade média
35,2 anos
de quem foi contratado
Jornada média
41,8h
por semana
Contratações
35.680
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões

O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

35.680

Saídas

31.449

Diferença

+4.231

mais entradas que saídas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Sem escolaridade 0,2%
    R$ 1.738
  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,7%
    R$ 1.717
  • Até o 5º ano 1,7%
    R$ 1.717
  • Do 6º ao 9º ano 4,9%
    R$ 1.638
  • Fundamental completo 5,2%
    R$ 1.639
  • Médio incompleto 5,3%
    R$ 1.677
  • Médio completo 69%
    R$ 1.655
  • Superior incompleto 3,2%
    R$ 1.740
  • Superior completo 7,7%
    R$ 2.175
  • Pós-graduação 1,3%
    R$ 2.468
  • Mestrado 0,1%
    R$ 2.625

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Serviços para empresas 42%
    R$ 1.638
  • Comércio e oficinas 15%
    R$ 1.715
  • Construção 13%
    R$ 1.738
  • Escritórios técnicos e consultorias 7,6%
    R$ 1.693
  • Saúde e assistência social 4,3%
    R$ 1.742
  • Indústria 4,2%
    R$ 1.668
  • Hotéis, bares e restaurantes 3,9%
    R$ 1.652
  • Transporte e entregas 3,6%
    R$ 1.900
  • Educação 2,5%
    R$ 1.621
  • Outros serviços 1,3%
    R$ 1.800
  • Tecnologia e comunicação 1,0%
    R$ 1.646
  • Cultura, esporte e lazer 0,8%
    R$ 1.600
  • Bancos e seguros 0,3%
    R$ 2.200
  • Imobiliárias 0,1%
    R$ 1.750
  • Água e saneamento 0,1%
    R$ 1.661

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 0,6%
    R$ 762
  • 18-24 anos 23%
    R$ 1.639
  • 25-29 anos 15%
    R$ 1.697
  • 30-39 anos 26%
    R$ 1.710
  • 40-49 anos 22%
    R$ 1.700
  • 50-59 anos 11%
    R$ 1.700
  • 60 anos ou mais 2,4%
    R$ 1.730

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 58%
    R$ 1.717
  • Mulheres 42%
    R$ 1.639

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A empresa demitiu (sem justa causa) 58%
    18202
  • A pessoa pediu para sair 24%
    7404
  • Acabou o contrato temporário 14%
    4553
  • A empresa demitiu por justa causa 1,7%
    523
  • Acordo entre as duas partes 1,0%
    326
  • Motivo não informado 0,8%
    254
  • Falecimento 0,5%
    157

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.